7 medos que toda mãe sente, mas não tem coragem de contar a ninguém

Se você se identificou, saiba que não é louca ou neurótica, mas uma ótima mãe, que ama, se preocupa e protege seus filhos!

Erika Strassburger

Assim que nasce um filho, nasce também uma neurose inexplicável (ou não!) que somente quem é mãe entende. Surgem, sabe-se lá de onde, pensamentos assustadores, e às vezes até macabros, que tomam conta da nossa mente e coração, e podem levar tempo para desaparecer. Alguns deles acompanham a mãe por toda a vida.

Se você é uma boa mãe, tenho certeza de que vai se identificar!

1. Medo de o bebê parar de respirar no meio da noite

Este talvez seja o primeiro medo que a mãe desenvolve. Quantas e quantas vezes ela acorda no meio da noite e vai checar se seu bebê ainda está respirando!

Esse medo, embora muitas vezes exagerado, tem lógica. Uma pesquisa feita nos Estados Unidos revelou que 55% dos bebês dormem em situações que favorecem a morte súbita. Mas se evitar essas situações de risco, a mulher pode relaxar e tentar dormir em paz (até a hora de acordar para a próxima mamada).

2. Medo de morrer e deixar os filhos órfãos

Depois que se torna mãe, a mulher recusa todo e qualquer convite para fazer algo radical ou perigoso. Antes disso, ela poderia saltar de bangee jumping numa boa. Mas agora, ela fica de pernas bambas só de pensar que pode morrer se atravessar uma avenida movimentada. Isso tudo por medo de deixar seus filhos órfãos e desamparados.

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3. Medo de que seus filhos sofram na sua ausência

Daria para relacionar tantas coisas neste ponto! Primeiramente, ela tem medo de morrer porque sabe que seus filhos ficarão arrasados por sua perda, e ela não estará lá para consolá-los (isso faz sentido para você?). Ela tem medo que alguém faça algo para seu filhos e ela não esteja lá para defendê-lo. Ela tem medo que seus filhos tenham alguma insegurança ou medo na escola, no trabalho, onde quer que estejam, e ela não tenha a chance de abraçá-los e acalmá-los. Isso pode soar como superproteção, mas é um medo real de toda mãe.

4. Medo de o filho “herdar” algum defeito de caráter de alguém da família

Toda boa mãe, no fundo, morre de medo de seu filho puxar àquele tio desonesto ou àquela tia mitomaníaca. Algumas pesquisas afirmam que certos traços de personalidade podem ser parcialmente definidos pela genética, mas que a forma de criação e o ambiente podem exercer influência maior no desenvolvimento da criança. Então, apesar desse medo, ela vai dar tudo de si para que seu filho se torne a melhor pessoa possível.

5. Medo de deixá-lo ir para a escola sozinho pela primeira vez

A primeira vez que o filho vai sozinho para a escola é um suplício para a mãe! Minha nossa! Ela imagina os piores cenários possíveis (são tão macabros, que não tenho coragem de listar!). É por isso que ela adia o máximo possível esse “passo de independência”. E quando finalmente “corta o cordão umbilical”, ela fica orando, suplicando a Deus para levar e trazer de volta o seu filho em segurança.

6. Medo de ele aprender o que não presta na rua

Infelizmente, há muitas coisas ruins sendo ensinadas lá fora. A boa mãe vai advertir seus filhos por horas e horas, antes de saírem de casa. Vai adverti-los sobre palavrões, pornografia, desonestidade ou qualquer coisa ruim que eles possam ser induzidos a fazer. E, acima de tudo, vai dar-lhes os melhores ensinamentos possíveis desde que começarem a despertar para o aprendizado, para que eles saibam diferenciar o que é bom do que não é.

7. Medo de serem vítimas de abuso

Este é o terror mais aterrorizante de toda mãe. Ela fica muito preocupada, não apenas com bullying na escola, mas que aquele adolescente ou adulto de confiança faça algo terrível contra seu pequeno. Você sabe do que estou falando. Por isso, é imprescindível ficar cem por cento atenta e não dar chance ao mal.  E ao menor sinal de que algo esteja errado (as mães sentem quando há algo errado!), tomar imediatamente uma atitude.

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Eu sei, é muito difícil falar sobre isso. Eu mesma tive que tomar coragem para fazê-lo, pois já senti cada um desses medos. Se você se identificou, saiba que não é uma mãe louca ou neurótica, mas uma mãe preocupada e disposta a dar tudo de si para proteger seus pequenos.

Mas, como toda boa mãe também comete erros (e podem ser muitos), o artigo abaixo deixará você um pouco mais aliviada por ser imperfeita.

Leia: 8 coisas em que você irá falhar, mas não será uma mãe ruim por isso

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Erika Strassburger

Erika Strassburger mora no Rio Grande do Sul, tem bacharelado em Administração de Empresas, escreve e traduz artigos para o site Família, é cristã SUD, pintora amadora de telas a óleo e mãe de três lindos guris, o mais velho com Síndrome de Down.