5 dicas de como sobreviver ao estresse dos feriados de fim de ano

Você fica estressado com a correria de final de ano? Veja as principais razões para esse estresse e como sobreviver a ele.

Erika Strassburger

Dezembro é um mês especial. Nossas casas, ruas, praças e comércios estão enfeitados para o Natal. Ouvimos lindas músicas natalinas por toda a parte.

É, sem dúvida, uma época inspiradora. Ansiamos muito por reunir nossos familiares para a ceia e agradá-los com presentes que escolhemos com carinho.

Passada a semana do Natal, começamos os preparativos para a virada de ano, com atividades em casa, viagens ou passeios.

Para que tudo aconteça como planejamos, acabamos nos envolvendo excessivamente nos preparativos. Consequentemente, podem surgir alguns sintomas como ansiedade, irritabiblidade, insônia, palpitações, cansaço, dores de cabeça e no corpo. Estes são alguns sintomas do conhecido estresse de fim de ano.

Veja as principais razões desse estresse:

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  • Detalhes em excesso. Preocupamo-nos em fazer muitas variedades de pratos e sobremesas e dedicamos muito tempo na preparação da decoração.

  • As tarefas não são delegadas. Muitas tarefas acabam sendo realizadas por poucas pessoas. Os anfitriões temem pedir ajuda às visitas, mesmo que sejam parentes. É aquele velho receio de incomodar os outros.

  • Gastos excessivos. Os “patrocinadores” acabam geralmente tendo de arcar com gastos que, na maioria das vezes, ultrapassam o orçamento.

  • Grande movimento nas lojas e mercados. Causados pela velha correria de última hora.

  • Trânsito congestionado. Perdemos muito tempo no trânsito, tanto dentro da cidade, quanto nas rodovias.

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  • Frustração, solidão e angústia. Não é para todos que o estresse é oriundo de preparações festivas. Algumas pessoas ficam estressadas por sentirem-se sozinhas e frustradas por não terem conseguido atingir suas metas.

Segundo um artigo publicado no jornal Folha de São Paulo, “o estresse individual aumenta 75% e atinge 80% da população no período que vai da última semana de novembro até o fim de dezembro. Por isso, nos prontos-socorros, há aumento dos casos relacionados a ansiedade e depressão”.

Veja, agora, 5 dicas de como sobreviver ao estresse dos feriados de fim de ano:

1. Planeje

Liste tudo o que será feito, as pessoas envolvidas, o quanto pretende gastar e o tempo necessário para executar o planejado.

2. Antecipe-se

Comece a fazer tudo com antecedência. Você terá tempo e tranquilidade para raciocinar melhor, principalmente ao comprar presentes, ingredientes e outras coisas necessárias para o Natal. No caso de viagens, compre as passagens e faça as reservas com bastante antecedência. Além de economizar, conseguirá fazer o que planejou.

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3. Delegue funções

Não tente fazer tudo sozinho para a ceia de Natal, tampouco se envergonhe de pedir ajuda. Peça aos familiares que tragam alguns pratos prontos ou sobremesas. Envolva as crianças e os adolescentes na decoração e em outras tarefas. Se tiver pouca gente disposta a ajudar, diminua a variedade de pratos e simplifique a decoração.

4. Não gaste mais do que pode

Em vez de presentes caros, dê boas lembrancinhas. Ou então, faça amigo-secreto. Se for viajar, use somente o dinheiro que reservou para a viagem. Lembre-se: as alegrias das festas e viagens de fim de ano acabam num instante, e as contas ficam, por um bom tempo, para atormentar a consciência das pessoas financeiramente descontroladas.

5. Não deposite expectativas exageradas

Quando recebemos pessoas em nossa casa, ou quando planejamos férias ou passeios, ficamos na expectativa de que tudo dê certo. Isso desvia o nosso foco do que é mais importante: as pessoas. Então, concentre-se naquilo que mais importa. Um abraço, uma conversa e a companhia de quem amamos é mais valioso e duradouro do que qualquer coisa que façamos para agradá-las.

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Erika Strassburger

Erika Strassburger mora no Rio Grande do Sul, tem bacharelado em Administração de Empresas, escreve e traduz artigos para o site Família, é cristã SUD, pintora amadora de telas a óleo e mãe de três lindos guris, o mais velho com Síndrome de Down.